Qual a solução.
Que fazer?
Não
havendo processo médico curativo, ou de prevenção, para a doença, COMPETE
À POPULAÇÃO ASSUMIR A RESPONSABILIDADE PESSOAL DE PREVENIR-SE CONTRA ELA.
É esse o grande interesse desta CAMPANHA - dar conhecimentos de
aspectos particulares desta doença, divulgá-la, acabar com o secretismo que a
tem envolvido, torná-la objecto de preocupação e de decisão consciente de
todos.
SIDA é uma doença tão traiçoeira, tão grave, de resultados tão
nefastos, e já tão expandida, que o facto de estar ligada a grupos de
comportamento especial, ou por estar quase exclusivamente ligada ao acto sexual,
não deve impedir que todos a encarem de frente, a pesquisem, a considerem com a
preocupação que merece.
COMPETE A CADA UM ASSUMIR A SUA QUOTA PARTE NA RESPONSABILIDADE DE
COMBATER A SIDA, tomando as precauções necessárias à sua contenção. O
ideal seria tomar as precauções suficientes para NÃO CONTRAIR A DOENÇA.
São várias e de vários tipos.
Tendo sido já contraído, é de grande interesse social que se tomem precauções
para que NÃO SEJA FACILITADA A SUA TRANSMISSÃO; e de interesse pessoal
também, pois UMA REINFECÇÃO PODE ACELERAR O PROCESSO, LEVANDO A UM
ENCURTAMENTO DO TEMPO DE VIDA DO INDIVIDUO INFECTADO.
A SIDA há muito que ultrapassou as barreiras que envolviam os
homossexuais e os drogados. AGORA É UMA DOENÇA QUE PODE SER DE
QUALQUER PESSOA. Já não há grupos de risco. O que HÁ É
COMPORTAMENTOS DE RISCO, que devem ser evitados, ou conscientemente
assumidos com o máximo de precaução.
PROTEJA-SE A Si PRÓPRIO, PROTEJA OS OUTROS
PELO GRANDE RESPEITO QUE NOS MERECE O DIREITO À VIDA,
À SAÚDE, À TRANQUILIDADE, CONSULTE A SUA CONSCIÊNCIA.
DEPOIS O SEU MÉDICO ASSISTENTE.
Última actualização em: Terça, 01 de Março de 2005 |